Você sabia que os nossos Programas de Monitoramento Ambiental vão muito além das áreas onde ocorre a extração de algas marinhas do gênero Lithothamnium?
Além de acompanhar de perto as regiões onde a atividade é realizada, também monitoramos áreas onde não há extração, como as Áreas de Exclusão e as Áreas Controle. Com isso, garantimos a conservação dos ecossistemas marinhos e promovermos uma atuação cada vez mais responsável e sustentável.
Afinal, por que monitoramos áreas sem extração?
A criação dessas zonas de monitoramento tem um papel essencial: conservar ambientes marinhos de grande relevância ecológica e socioeconômica. Além dessas áreas serem habitats de alta biodiversidade, servem de sustento para comunidades de pesca artesanal. Portanto, avaliar continuamente esses ambientes nos ajuda a entender os impactos — ou a ausência deles — causados pela atividade de extração de algas marinhas.
Quais programas de monitoramento realizamos?
Nós temos diversos programas que se complementam para garantir uma visão completa do ambiente marinho. A seguir, apresentamos os principais:
- PMQA – Programa de Monitoramento da Qualidade da Água
Avalia os parâmetros físicos e químicos da água, garantindo, assim, condições adequadas para a vida marinha. - PMCB – Programa de Monitoramento das Comunidades Bentônicas
Observa a diversidade de organismos que vivem no fundo do mar, como algas, esponjas, corais, moluscos e crustáceos. - PMI – Programa de Monitoramento da Ictiofauna
Estuda as espécies de peixes que habitam os diferentes ambientes marinhos monitorados. - PMBIO – Programa de Monitoramento dos Bioindicadores
Avalia espécies consideradas essenciais para o equilíbrio do ecossistema. Dessa forma, conseguimos identificar mudanças ambientais com mais agilidade.
Onde realizamos os programas de monitoramento?
Atualmente, os monitoramentos ocorrem trimestralmente em 11 estações distribuídas no Bloco Norte da área de atuação da PrimaSea. Veja como essas áreas são classificadas:
- 6 estações em Áreas de Extração (PDN)
Correspondem às regiões diretamente afetadas pela atividade de extração. - 3 estações em Áreas de Exclusão (PEX)
São zonas protegidas, onde a extração não é permitida, justamente para preservar ecossistemas mais sensíveis. - 2 estações em Áreas Controle (PCN)
Regiões que apresentam maior biodiversidade, mas estão fora da nossa área de influência direta. Por outro lado, são fundamentais como referência para comparação dos dados coletados.
Com essa distribuição estratégica, conseguimos observar diferentes cenários ambientais, o que permite um diagnóstico mais completo e decisões mais assertivas em relação à conservação e ao uso sustentável dos recursos.
Um compromisso constante com a sustentabilidade
Na PrimaSea, acreditamos que responsabilidade ambiental se pratica com ações concretas. Por isso, o monitoramento contínuo das áreas marinhas — com e sem extração — faz parte da nossa rotina.
Ao adotar essa abordagem integrada, obtemos uma visão ampla e embasada sobre a saúde dos ecossistemas, o que nos permite agir preventivamente e com responsabilidade.
Fique atento aos nossos próximos informes! Em breve, traremos mais detalhes sobre os programas PMCB, PMI e PMBIO, além de compartilhar outras ações socioambientais desenvolvidas pela PrimaSea.
Este conteúdo foi produzido pela Ichtus Ambiente & Sociedade, consultoria especializada em soluções ambientais e responsável pelos Programas de Monitoramento Ambiental da PrimaSea.
Imagem: Ichtus Ambiente & Sociedade





