A atuação sustentável da empresa
A PrimaSea realiza, de forma contínua, o monitoramento das comunidades bentônicas nas áreas influenciadas pela extração de algas marinhas. Assim, a empresa reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e com a preservação dos ecossistemas marinhos.
Organismos que vivem associados aos diversos tipos de fundos marinhos formam as comunidades bentônicas. Entre eles, destacam-se as algas, os invertebrados (como cnidários, moluscos, crustáceos, esponjas e equinodermos), as plantas aquáticas e também os microrganismos.
Essas comunidades desempenham um papel essencial no equilíbrio ecológico, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes, a filtragem da água e a oferta de alimento e abrigo para várias espécies marinhas.
Por esse motivo, monitorar os habitats bentônicos é fundamental. Assim, garante-se que atividades humanas, como a retirada de algas, não prejudiquem a biodiversidade nem a saúde dos oceanos.
PrimaSea monitora a vida no fundo do mar
A empresa de consultoria ambiental ICHTUS Ambiente & Sociedade executa o Programa de Monitoramento das Comunidades Bentônicas (PMCB), como parte do Plano de Gestão Ambiental (PGA) da PrimaSea.
Além disso, o programa atende às condicionantes ambientais da Licença de Operação da PrimaSea, emitida pelo IBAMA.
Por meio desse monitoramento, a PrimaSea avalia, de forma técnica e precisa, os efeitos da coleta de algas marinhas do gênero Lithothamnium sobre as comunidades bentônicas. Dessa forma, promove uma gestão mais consciente dos recursos naturais.
A empresa realiza o monitoramento em campo
Em conjunto com a ICHTUS, a PrimaSea realiza as atividades de monitoramento trimestralmente, em 11 pontos fixos localizados na área de influência da operação do chamado “Bloco Norte”, na plataforma continental, próxima aos municípios de Jaguaripe e Vera Cruz (Ilha de Itaparica).
Esses pontos, no entanto, abrangem não somente as áreas onde ocorre a coleta das algas marinhas, como também áreas onde essa atividade não é realizada — denominadas áreas de exclusão e áreas controle.
Com isso, é possível realizar uma avaliação comparativa rigorosa e confiável do estado de integridade e da capacidade de recuperação dos ambientes com e sem intervenção humana.

Técnicos usam métodos não destrutivos
Os profissionais aplicam métodos não destrutivos, que ajudam a preservar o ambiente marinho.
De forma complementar, a equipe de biólogos e oceanógrafos realiza censos visuais subaquáticos. Além disso, registra imagens utilizando o método de foto-quadrado, seguindo o protocolo internacional AGRRA (sigla em inglês para “Monitoramento Recifal Rápido do Atlântico e do Golfo”).
Paralelamente, os técnicos coletam amostras de zoobentos (invertebrados do fundo do mar) e fitobentos (algas e plantas aquáticas). Essas coletas, sempre associadas aos sedimentos biodetríticos, são enviadas para análise em laboratório.
Resultados confirmam a sustentabilidade da operação
Com base nos dados obtidos ao longo de 2024, a PrimaSea identificou que a coleta de sedimentos biodetríticos não causa impactos severos nas comunidades bentônicas.
Além disso, a equipe observou alta similaridade na diversidade e na abundância de espécies entre as áreas de coleta e as áreas onde a atividade não ocorre, como as zonas de exclusão e controle.
Por outro lado, nos pontos com influência direta da retirada de material do fundo do mar, a recolonização do ambiente ocorre rapidamente, assim que a atividade é encerrada.
Portanto, esses resultados comprovam a resiliência do ecossistema. Ao mesmo tempo, reforçam que a operação respeita os limites ambientais estabelecidos.
A empresa mantém o compromisso com o futuro
A PrimaSea mantém o monitoramento das comunidades bentônicas como uma prática constante. Com isso, garante o acompanhamento contínuo das condições ecológicas ao longo do tempo.
Por meio desse trabalho, a empresa identifica possíveis impactos e, sempre que necessário, adota ações corretivas. Além disso, os dados obtidos servem de base para decisões ambientais mais seguras e eficazes.
Consequentemente, a gestão sustentável da PrimaSea se fortalece.
A sustentabilidade está no centro da operação
O monitoramento das comunidades bentônicas na área de coleta de algas marinhas vai além de uma exigência legal. Para a PrimaSea, é, acima de tudo, uma prática essencial. Afinal, ela preserva a biodiversidade, favorece a renovação natural dos ambientes marinhos e mantém a produção em equilíbrio com a natureza.
Por isso, a responsabilidade socioambiental é um compromisso da PrimaSea!
Este conteúdo foi produzido pela ICHTUS Ambiente & Sociedade, consultoria especializada em soluções ambientais e responsável pelos Programas de Monitoramento Ambiental da PrimaSea.
Imagens: Ichtus Ambiente & Sociedade por Miguel Loiola, Diego Valverde, Tiago Albuquerque e Bruno Menezes.





